A louca dos amores platônicos

 
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Retirada de (www)


 Leia ouvindo: Cícero - Pelo Interfone

Nunca fui mulher de um amor só: gosto de experimentar o novo, o desconhecido e por fim, de todas as opções, escolher a melhor. Acontece que nem sempre a melhor naquele momento é a mais vantajosa. E daí começa tudo de novo.


Gosto das borboletas no estômago, sou fã das taquicardias amorosas e dos momentos sem reação. Admiro planejar cada detalhe e tudo sair inteiramente diferente. Adoro escolher as músicas que supostamente narram um amor platônico: o mais puro dos amores. É puro porque não se vê maldade, não se vê interesse nem intenções ruins. É puro pois é perfeito, é sublime, é lindo, totalmente impecável. Só há amor, em sua forma mais inocente.

Todo amor foi platônico e até mesmo aqueles que não são, já foram um dia. Sempre começam com um rosto, um nome. Evoluem para uma foto, ás vezes, um lugar, um espaço. Todos já foram transformados em cartas, em corações vermelhos no papel, em flores e olhares. Todos regados de covardia, vozes trêmulas, uma pitada de insegurança e uma timidez incalculável. Todos.
 

2 comentários:

  1. Legal o texto, porém nunca senti o que foi descrito, nunca senti amor romântico, tenho 18 anos, isso é anormal?

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